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	<title>Luiz Cézar</title>
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	<description>Alta Floresta - Mato Grosso - Brasil</description>
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		<title>Igreja de Beréia, uma comunidade nobre e ortopratica</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Sep 2011 14:25:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Cézar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Últimas]]></category>
		<category><![CDATA[Alta Floresta]]></category>
		<category><![CDATA[Beréia]]></category>
		<category><![CDATA[IPB]]></category>

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		<description><![CDATA[Quer saber o que é Beréia?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>A IGREJA QUE QUEREMOS:   A NOBREZA DA COMUNIDADE        </strong><strong></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> (At 17.1-15)</strong><strong></strong></p>
<p style="text-align: justify;">todos nós procuramos modelos para pautar nosso estilo de vida. E há de toda espécie. Obviamente, alguns desses modelos nos fascinam e seduzem.</p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, o povo chamado povo de Deus tem nas Escrituras e no testemunho dos primeiros cristãos o referencial para sua fé e para sua prática. E esta é uma oportunidade privilegiada para reﬂetir sobre nossa identidade e decidir sobre a igreja que queremos.</p>
<p style="text-align: justify;">Um <em>slogan</em> de fundo positivista, diz: <em>Se pudemos sonhar algo, então podemos realizá-lo!</em></p>
<p style="text-align: justify;">Se isso for verdade, só poderemos construir a igreja ideal se, primeiro, pudermos imaginá-la.</p>
<p style="text-align: justify;">No texto de <strong>Atos 17,</strong> o autor deixa transparecer um juízo de valor que apresenta a Igreja em Beréia como<em> mais nobre</em> que a de Tessalônica.</p>
<p style="text-align: justify;">Numa leitura atenta, podemos ver como a comunidade de Tessalônica, se mostrou (<strong>vv.01-09</strong>): invejosa, intolerante, violenta, incapaz de fazer auto-crítica, hipócrita, incoerente, manipuladora, corrupta entre outras “qualidades”.</p>
<p style="text-align: justify;">Tessalônica era a comunidade da qual teríamos vergonha. Mas, a poucos quilômetros dali, uma outra igreja entrou para a história, pela pena de Lucas, recebendo os elogios que toda igreja gostaria de receber para si.</p>
<p style="text-align: justify;">Vejamos, então, quais as características que ﬁzeram de Beréia uma igreja <em>mais nobre</em>. Primeiramente, <strong>Beréia era:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: center;" align="center"><strong><em>Uma comunidade aberta</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Uma igreja aberta é:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Dialógica</em></strong><em>:</em> Beréia, ao contrário de Tessalônica, era uma comunidade aberta ao diálogo, pois está registrado que ela acolhe Paulo e Silas e se dispõe a conversar com eles <em>(dieleksato)</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Em <strong>Tessalônica</strong> havia ordens, leis e condenações. Em <strong>Beréia</strong>: conversa, diálogo e respeito.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Ávida da Palavra</em></strong><em>:</em> A comunidade de Beréia tinha sede da Palavra de Deus encarnada (cf. v.11b: “receberam a palavra com toda avidez”).</p>
<p style="text-align: justify;">Em <strong>Tessalônica</strong>, a Palavra de Deus era ocultada pela tradição. Em <strong>Beréia</strong>, a Palavra inovadora de Deus fecundava e dinamizava a tradição.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Acolhedora do novo</em></strong><em>:</em> Disposta a ouvir as novidades trazidas pelos missionários, a comunidade de Beréia estava aberta a novas experiências e a novos desaﬁos (cf. v. 11b).</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto <strong>Tessalônica</strong> prendia, torturava e expulsava seus profetas, a comunidade de <strong>Beréia</strong> os acolhia, protegia e sustentava.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mas, mais do que aberta, Beréia era:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: center;" align="center"><strong><em>Uma comunidade madura </em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Uma igreja madura é:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Crítica</em></strong><em> (com senso crítico):</em> Os bereianos e bereianas estavam abertos para as novidades, mas sem ingenuidade. Queriam conferir tudo nas Escrituras para ver <em>se as coisas são de fato assim </em>(cf. v.11c).</p>
<p style="text-align: justify;">Se, por um lado <strong>Tessalônica</strong> rejeita, de saída, a mensagem dos missionários, os <strong>bereianos</strong> estão longe de, simplesmente, engolir qualquer “sapo”. “devemos ter a mente aberta, mas não tão aberta a ponto de o cérebro cair para fora”.</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso, a comunidade de Beréia não vai atrás de qualquer novidade, não se ilude com a moda religiosa, não se embriaga com as novidades das paradas de sucesso, nem se deixa enganar por eloqüentes animadores de auditório. Diante da novidade, propõem: “Vamos ver se as coisas são de fato assim, vamos conferir nas Escrituras Sagradas”.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Atualizada</em></strong><em> (preocupada com sua “reciclagem”):</em> A expressão “dia-a-dia” mostra como eles liam e reliam as Escrituras aplicando-as ao seu contexto e à sua vida, atualizando a sua mensagem para o dia de “hoje”.</p>
<p style="text-align: justify;">A Palavra não foi feita para ser lida apenas, dizia um velho pastor, mas para ser estudada. No início, nos alimentamos com leite, mas depois precisamos de alimento sólido para crescer em estatura (quantidade) e graça (qualidade).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Constante</em></strong><em> (com uma fé que vai além do ritual formal do fim-de-semana):</em></p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto os de <strong>Tessalônica</strong> só se reuniam nos <em>sábados</em>, os <strong>bereianos</strong> viviam sua fé <em>todos os dias</em>. <strong>Tessalônica</strong> se ocupava das Escrituras uma vez por semana, mas a comunidade de <strong>Beréia</strong> a vivia todos os dias e buscava nas Escrituras a orientação necessária para viver a vontade de Deus diariamente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>E porque era aberta e madura, Beréia era&#8230;</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: center;" align="center"><strong><em>Uma comunidade missionária</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Uma igreja missionária é:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Ortoprática</em></strong><em>:</em> A comunidade de Beréia não somente era ortodoxa (conhecia sua tradição), era, também, ortoprática, isto é, todos viviam de acordo com o que criam. Havia uma coerência e uma conseqüência entre fé e prática (cf. v.12,14-15).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Organizada</em></strong><em>:</em> Expressões como “promoveram sem detença&#8230;” e “os responsáveis por Paulo levaram-no&#8230;” mostram como os bereianos eram articulados, habilidosos, eﬁcientes e ágeis na ação missionária. Se tivessem uma estrutura excessivamente pesada, dependendo de complicados conchavos políticos e intrincadas votações em onerosas assembléias, talvez a missão de Paulo e Silas tivesse sido abortada no capítulo 17 do livro de Atos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Solidária</strong>: Diante da perseguição promovida pelos intolerantes tessalonicenses, os bereianos não se eximiram de suas responsabilidades, não lavaram simplesmente as mãos, antes, arregaçaram as mangas para proteger, ﬁnanciar e promover Paulo, Silas e Timóteo. Assim fazendo, promoviam, em última instância, a própria ação missionária da Igreja.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Conclusão</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Aﬁnal, que tipo de Igreja queremos ser?</p>
<p style="text-align: justify;">Qual a nossa mais legítima identidade?</p>
<p style="text-align: justify;">Quando simplesmente copiamos modelos, perdemos nossa identidade e passamos a ter vergonha do nosso nome, mas se revitalizarmos nossa tradição à luz da Palavra de Deus, teremos orgulho de sermos o que somos – e, talvez, descubramos, aﬁnal de contas, que não é tão ruim, assim, ser pintassilgo.</p>
<p style="text-align: justify;">A conversão, verdadeiramente impressionante para nossos dias, seria a de nossas comunidades serem menos Tessalônica e mais Beréia: comunidades que tenham nas Escrituras Sagradas seu mais forte referencial. Verdadeiras e nobres comunidades hermenêuticas: abertas, maduras e missionárias.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;" align="right"><strong>Revº Saulo Vieira</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Preserve a vida da natureza &#8211; Alan &amp; Felipe</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Apr 2011 12:41:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Cézar</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Natureza]]></category>

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		<description><![CDATA[Foi apresentada no 24° Festival da Canção de Alta Floresta e também na plenária do Estudo da Campanha]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="500" height="400"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/plw597WT2Xg?version=3"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/plw597WT2Xg?version=3" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="400" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Foi apresentada no 24° Festival da Canção de Alta Floresta e também na plenária do Estudo da Campanha</p>
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		<title>Charles Miranda justifica aumento da verba indenizatória</title>
		<link>http://www.luizcezar.com.br/2011/02/15/charles-miranda-justifica-aumento-da-verba-indenizatoria/</link>
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		<pubDate>Tue, 15 Feb 2011 20:28:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Cézar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Últimas]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara Municipal de Alta Floresta]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Verba Indenizatória]]></category>
		<category><![CDATA[Vergonha]]></category>

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		<description><![CDATA[Justificativa apresentada por Charles Miranda: “Nós sabemos que muitas pessoas visitam a Câmara municipal, venham a procurar o seu vereador, ou outro, ou qualquer vereador para às vezes uma ajuda, uma ajuda de custo. Uma ajuda no transporte de um parente doente, uma ajuda de um patrocínio, as vezes ajuda pra medicamento, ajuda pra passagem, ajuda pra cesta básica, ajuda pra bujão de gás, ajuda pra conta de luz.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.luizcezar.com.br/wp-content/uploads/2011/02/Charles.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1148" title="Charles" src="http://www.luizcezar.com.br/wp-content/uploads/2011/02/Charles-150x99.jpg" alt="" width="150" height="99" /></a>(Clique Notícias)</strong> Ontem o Presidente da Câmara Municipal concedeu uma entrevista à Emissora filiada a Rede Record de Televisão, onde falou sobre o assunto (<em>o aumento das verbas indenizatórias</em>). A entrevista foi divulgada pelo site da Emissora.</p>
<p style="text-align: justify;">Acompanhe a justificativa apresentada por Charles Miranda. “Nós sabemos que muitas pessoas visitam a Câmara municipal, venham a procurar o seu vereador, ou outro, ou qualquer vereador para às vezes uma ajuda, uma ajuda de custo.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma ajuda no transporte de um parente doente, uma ajuda de um patrocínio, as vezes ajuda pra medicamento, ajuda pra passagem, ajuda pra cesta básica, ajuda pra bujão de gás, ajuda pra conta de luz.</p>
<p style="text-align: justify;">Nós sabemos que a atividade principal do vereador não é essa, não é esse assistencialismo, ma muitas das vezes o vereador se vê de uma maneira que ele tem que ta ai confraternizando, ele tem que ta ai, solidário em muitos momentos com a população.</p>
<p style="text-align: justify;">O vereador, sua principal atribuição todos sabem, é projetos de lei, votar projetos de lei, elaborar projetos, é fazer indicações, fazer recomendações, moções e varias outras situações administrativas. Fiscalizar o bem publico, fiscalizar o gasto publico, acompanhar o desenvolvimento do município.</p>
<p style="text-align: justify;">Elaborar projetos junto com deputados fora do município, para que eles, autoridades, possam trazer projetos e recursos pro município de Alta Floresta. Acompanhar a sociedade em todos os seus aspectos, mas a verba indenizatória vem o que, vem dar um subsidio, um complemento de gasto de gabinete.</p>
<p style="text-align: justify;">Aonde se nós percebermos, que toda essa questão de ajuda, que muitas vezes o vereador dá a alguém, a algum cidadão, a gente tem que ver também que o gabinete tem custo operacional, tem custo com material de computador, tem custo com material de apoio. O vereador tem que se locomover muitas vezes para regiões dentro do município, ele tem custo de combustível, tem quebra de veiculo, ele tem que locar um ônibus alguma coisa para ir a algum local ou ajudar alguém, é para ele ir a Capital fazer cursos, pra entender melhor como acontece com a legislação.</p>
<p style="text-align: justify;">Então você vê que isso é verba indenizatória, o salário do vereador pra ele se manter, manter o aluguel de sua casa, custo de alimento da sua casa e da sua família isso é salário. Agora a verba indenizatória é pra ele administrar o seu gabinete, ter recursos para que ele possa dar um bom atendimento”, falou o vereador Charles Miranda.</p>
<p style="text-align: justify;">Charles diz que a partir desta nova lei, os vereadores são responsáveis pelas contas de seus respectivos gabinetes, como a conta de telefone e gastos com papeis e outros, diz também que a sessão extraordinária foi realizada de portas abertas, “Houve este reajuste em sessão extraordinária aberta, com todas as portas da câmara abertas, com pessoas no plenário assistindo, o publico presente no momento e foi votado este reajuste”, frisou o vereador.</p>
<p style="text-align: justify;">O parlamentar disse que mesmo recebendo R$3.500,00 mensais de verba indenizatória, ainda não é o valor ideal, “Foi votado este reajuste, que ainda não é um reajuste que possamos dizer que é o ideal, mas é o que no momento a Câmara pode fazer”, frisou Charles Miranda, afirmando que com tantos aumentos no custo de vida, é justo que haja um aumento na verba indenizatória.</p>
<p style="text-align: justify;">“Então como que o custo de vida, a inflação, tudo aumenta, e a verba de gabinete diminui ou fica estagnada, parada. Então é um reajuste, uma maneira de o vereador continuar prestando serviço dentro da sua comunidade dentro das suas condições, porque aumento de salário de vereador, só depois de 2012, vereador não teve aumento de salário e nem vai ter”, finalizou o vereador.</p>
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		<title>Da Série: Minha Tia é Doida!!</title>
		<link>http://www.luizcezar.com.br/2010/12/07/da-serie-minha-tia-e-doida/</link>
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		<pubDate>Tue, 07 Dec 2010 18:00:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Cézar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Últimas]]></category>
		<category><![CDATA[BBB 11]]></category>
		<category><![CDATA[Tia Cleuzinha]]></category>

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		<description><![CDATA[(Luiz Cézar) Ano Passado eu postei aqui no Blog um vídeo da minha Tia Cleusa (Irmã da minha mãe) que é doida para entrar no Big Brother e fez um vídeo mais louco que o Batman! Hahahaha&#8230; Ela é motoqueira,maluca, doida de pedra e gosta de derrubar avião na pedrada. Como o médico dela disse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>(Luiz Cézar)</strong> Ano Passado eu postei aqui no Blog um vídeo da minha Tia Cleusa <em>(Irmã da minha mãe)</em> que é doida para entrar no Big Brother e fez um vídeo mais louco que o Batman! <em>Hahahaha</em>&#8230; Ela é motoqueira,maluca, doida de pedra e gosta de derrubar avião na pedrada. Como o médico dela disse para não contrariar, aí está ela dando mostra das suas doideiras de novo! <em>Hahahah&#8230; (talvez ela queira me matar hora que ver essa matéria! rsrsrs)<a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.luizcezar.com.br/wp-content/uploads/2010/12/Tia-Cleusinha-bbb-2011.jpg"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-1130" title="Tia Cleusinha bbb 2011" src="http://www.luizcezar.com.br/wp-content/uploads/2010/12/Tia-Cleusinha-bbb-2011-150x99.jpg" alt="" width="150" height="99" /></a></em></p>
<p style="text-align: justify;">Vou publicar aqui o Vídeo que ela mandou ao Big Brother 2011 como inscrição. Pode rir porque o trem é feio mesmo! <em>Hahahahah</em>&#8230; aaaa&#8230; só lembrando&#8230; ela também cultiva orquídeas e tem um orquidário lá em Castanhal no PA. <em>(a pergunta que não quer calar: quem cuida de quem?)</em></p>
<p style="text-align: justify;">Se essa minha tia entra no BBB não passa meia hora para começar o quebra pau!! Ainda mais esse ano que pode até da porrada&#8230; Deus, dá juízo para minha tia doida! <em>kkkkk</em></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: x-large;"><strong><span style="color: #ff0000;"><span style="font-size: xx-large;">Boa sorte tia!!!</span></span></strong></span></p>
<p> </p>
<p><strong>Vejam aí o Vídeo “Tia Cleusinha Orquidófilo”</strong></p>
<p><object width="500" height="400"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/yS9lM0qNmlo?fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/yS9lM0qNmlo?fs=1" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="400" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Espetáculo Cárcere em Alta Floresta</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Dec 2010 17:00:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Cézar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Últimas]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Espetáculo Cárcere]]></category>

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		<description><![CDATA[O Ponto de Cultura Teatro Experimental traz para Alta Floresta o Espetáculo CÁRCERE com Vinícius Piedade de São Paulo/SP. O espetáculo apresenta uma semana na vida de um presidiário que será refém numa rebelião iminente. Ele vive em ritmo de contagem regressiva e suas expectativas, impressões, reflexões e sensações são expressadas por ele num diário [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: small;">O Ponto de Cultura Teatro Experimental traz para Alta Floresta o Espetáculo <strong>CÁRCERE </strong>com <span style="text-decoration: underline;">Vinícius Piedade</span> de São Paulo/SP.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: small;">O espetáculo apresenta uma semana na vida de um presidiário que será refém numa rebelião iminente. Ele vive em ritmo de contagem regressiva e suas expectativas, impressões, reflexões e sensações são expressadas por ele num diário que o ator leva para o palco.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: small;"><strong>CÁRCERE</strong> já foi apresentado em mais de 30 cidades brasileiras e recentemente esteve em oito países da Europa.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Apresentação será realizada nesta sexta feira, dia 10 de Dezembro ás 19:30 no Centro Cultural e de Eventos de Alta Floresta. Os ingressos custarão R$10,00 (inteira) e R$5,00 (meia). Convide seus amigos e familiares e venham acompanhar este espetáculo que é sucesso de público.</span></span></p>
<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.luizcezar.com.br/wp-content/uploads/2010/12/Cárcere.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-1135" title="Cárcere" src="http://www.luizcezar.com.br/wp-content/uploads/2010/12/Cárcere-1024x710.jpg" alt="" width="500" height="346" /></a></p>
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		<title>Agora tem Ônibus prá Lá!</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Dec 2010 16:00:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Cézar</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Humor]]></category>
		<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Piadas]]></category>

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		<description><![CDATA[Fica na cidade de Bela Vista de Minas&#8230; Perto de João Monlevade, Timóteo, Ipatinga &#8211; MG! Bela Vista, uma cidadezinha cercada de mato no interior de Minas Gerais, claro no Brasil, e uma grande surpresa. Um dos bairros tem o nome de Puta que Pariu&#8230;! Acredite se quiser! O município de Bela Vista de Minas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.luizcezar.com.br/wp-content/uploads/2010/12/Seja-Bem-Vindo-a-Puta-Que-o-Paril.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1118" title="Seja Bem Vindo a Puta Que o Paril" src="http://www.luizcezar.com.br/wp-content/uploads/2010/12/Seja-Bem-Vindo-a-Puta-Que-o-Paril-150x112.jpg" alt="" width="150" height="112" /></a>Fica na cidade de Bela Vista de Minas&#8230; Perto de João Monlevade, Timóteo, Ipatinga &#8211; MG!</p>
<p style="text-align: justify;">Bela Vista, uma cidadezinha cercada de mato no interior de Minas Gerais, claro no Brasil, e uma grande surpresa. Um dos bairros tem o nome de Puta que Pariu&#8230;! Acredite se quiser!</p>
<p style="text-align: justify;">O município de Bela Vista de Minas foi criado pela Lei nº 2764, de 30 de dezembro de 1962, desmembrando do município de Nova Era, declarando naquele momento, às margens do Córrego do Onça a Independência de Bela Vista de Minas.</p>
<p style="text-align: justify;">A Cidade é divida em 7 bairros, Bela Vista de Cima, Lages, Serrinha, Córrego Fundo, Favela, Puta que Pariu (que lugar é esse?), e Boca das Cobras (A Europa de Bela Vista).<a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.luizcezar.com.br/wp-content/uploads/2010/12/onibus-puta-que-paril.jpg"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-1122" title="onibus-puta-que-paril" src="http://www.luizcezar.com.br/wp-content/uploads/2010/12/onibus-puta-que-paril-111x150.jpg" alt="" width="111" height="150" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Já imaginaram o padre da paróquia dizer que vai celebrar uma missa na Puta que Pariu? Que beleza!</p>
<p style="text-align: justify;">Quem Nasce Lá é o Que?</p>
<p style="text-align: justify;">Só pode ser um filho da puta!</p>
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		<title>7º quase 8º</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Dec 2010 14:11:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Cézar</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Direito]]></category>
		<category><![CDATA[IENOMAT]]></category>
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		<description><![CDATA[Esse semestre na UNIFLOR foi de &#8220;tirar o pica pau do oco!&#8220;. Neste post quero compartilhar com vocês um pouco do que foi o 7º semestre na UNIFLOR. Iniciamos o semestre no mês de Julho e teve matéria, que por motivos de saúde, a professora iniciou os conteúdos em setembro. Incrível que mesmo a faculdade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Esse semestre na UNIFLOR foi de &#8220;<em>tirar o pica pau do oco!</em>&#8220;. Neste post quero compartilhar com vocês um pouco do que foi o 7º semestre na UNIFLOR.</p>
<p style="text-align: justify;">Iniciamos o semestre no mês de Julho e teve matéria, que por motivos de saúde, a professora iniciou os conteúdos em setembro. Incrível que mesmo a faculdade sabendo que a professora estava impossibilitada, nada fez e simplesmente ficamos sem aula. Nesta mesma matéria a coordenação do curso agendou aula para feriado e não avisou os alunos, fizemos provase as notas vieram depois de muito sufoco!</p>
<p style="text-align: justify;">Agora para acabar temos que até na quinta dia 09/12/2010 entregar as Pets e o relatório do Estágio, é mole?!</p>
<p style="text-align: justify;">Vamos que vamos! 8º Sem. que nos aguarde!</p>
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		<title>Orquídeas despertam paixões</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Dec 2010 13:00:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Cézar</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Orquideas]]></category>

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		<description><![CDATA[Plantas que enfeitam, perfumam e são objeto de estudo e cobiça de orquidólogos e colecionadores (Josana Salles) Nesta época do ano, as orquídeas nativas do Cerrado, como a Cattleya mobilior estão em plena floração. Enfeitam e perfumam o ambiente de milhares de coleções mantidas por apaixonados pela planta. Em Mato Grosso existem diversos colecionadores e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Plantas que enfeitam, perfumam e são objeto de estudo e cobiça de orquidólogos e colecionadores</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.luizcezar.com.br/wp-content/uploads/2010/12/Recanto-das-Orquideas.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1113" title="Recanto das Orquideas" src="http://www.luizcezar.com.br/wp-content/uploads/2010/12/Recanto-das-Orquideas-150x113.jpg" alt="" width="150" height="113" /></a>(Josana Salles)</strong> Nesta época do ano, as orquídeas nativas do Cerrado, como a Cattleya mobilior estão em plena floração. Enfeitam e perfumam o ambiente de milhares de coleções mantidas por apaixonados pela planta. Em Mato Grosso existem diversos colecionadores e orquidólogos que possuem inúmeras espécies da planta, algumas descobertas e registradas por eles mesmos. Apaixonada pelas orquídeas, a bióloga Adarilda P. Benelli, ex-coordenadora do Orquidário da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) registrou em 2006 o Alatiglossum culuenense, encontrada à margem esquerda do rio Culuene, no entorno do Parque Nacional do Xingu. Adarilda conta que a espécie é muito rara, &#8220;só coletamos poucos exemplares. Em 2007, em parceira com a bióloga Apolônia Grade, de Alta Floresta, tivemos a alegria de preparar a publicação de mais uma nova espécie&#8221;, revela.</p>
<p style="text-align: justify;">A bióloga e engenheira ambiental Apolônia tem um dos mais importantes e visitados orquidários do Estado e cuida de suas plantas na Chácara Recanto das Orquídeas, um lugar especial em meio a um grande fragmento de floresta amazônica dentro do perímetro urbano. O local integra o roteiro de city tour e é visitado por mais de mil ecoturistas internacionais que seguem todos os anos para Alta Floresta para conhecer a maior floresta tropical do mundo. Ela tem uma grande diversidade de plantas, especialmente orquídeas, cactos e suculentas.</p>
<p style="text-align: justify;">Tudo começou com o nascimento da sua filha Everana (hoje com 15 anos), quando ganhou sua primeira orquídea, uma Cattleya forbesii. Cerca de dois anos depois, ela já tinha 100 plantas e nunca mais esse número parou de crescer e hoje seu orquidário possui mais de cinco mil plantas entre cactos, suculentas, bromélias, antúrios, helicônias.<a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.luizcezar.com.br/wp-content/uploads/2010/12/Cattleya_forbesii.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1109" title="Cattleya_forbesii" src="http://www.luizcezar.com.br/wp-content/uploads/2010/12/Cattleya_forbesii-150x120.jpg" alt="" width="150" height="120" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Endêmica da Amazônia a Catasetum fica à disposição no orquidário apenas para pesquisa. Em 2008, Apolônia encontrou às margens do rio Teles Pires, uma espécie nova, a Catacetum apolloi, chamada de orquídea bananinha com flores que vão do tom vinho intenso ao verde e dourado.</p>
<p style="text-align: justify;">O que difere o orquidário de Apolônia de outros no mundo inteiro é que ela mantém as orquídeas em um deck flutuante, que ajuda a manter a umidade. &#8220;Nesta época do ano a umidade relativa do ar cai tanto que até respirar fica difícil. Quando andamos na mata, somente encontramos orquídeas às margens dos rios, riachos, córregos. Observando a natureza, concluímos que devíamos aproveitar melhor o lago que contorna a chácara. Fomos deixando as idéias fluírem e acabamos construindo o mais funcional de todos os o<a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.luizcezar.com.br/wp-content/uploads/2010/12/orquideas-deck.jpg"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-1111" title="orquideas-deck" src="http://www.luizcezar.com.br/wp-content/uploads/2010/12/orquideas-deck-150x94.jpg" alt="" width="150" height="94" /></a>rquidários possíveis, ele flutua sobre o lago, sobe na cheia, desce na seca, mas tem três quesitos fundamentais, muita luz, excelente ventilação e umidade constante, mas controlada. E o melhor, nunca mais um botão, um broto ou uma raiz de orquídea apareceu roído por lesma ou caramujo&#8221;, conta.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O engenheiro civil Ricardo Ricci, funcionário da Rede Cemat, é um apaixonado pelas orquídeas, principalmente pelas Cattleya, espécie mais encontrada na América do Sul e com um perfume que pode ser percebido de longe. No quintal de sua casa, no Parque Atalaia, tem mais de 80 espécies de orquídeas mas considera a Cattleya nobilior &#8220;uma jóia do Cerrado&#8221;, diz. Observando o desenvolvimento destas plantas, Ricardo chegou a conclusão de que manter as orquídeas em vasos de plástico ou cerâmica inibe o crescimento. Ele acabou utilizando materiais naturais como cabo de vassoura para fazer caixotinhos, pedaços de azulejo no fundo e por cima restos de fibras de bocaiúva, casca de árvore e carvão. &#8220;Elas ficam maiores, mais resistentes e formam cachos maravilhosos com muitas flores&#8221;, ensina.</p>
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		<title>De pais para pais</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Dec 2010 12:00:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Cézar</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Onofre Ribeiro]]></category>

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		<description><![CDATA[(Onofre Ribeiro) Dirijo este artigo a outros pais que, como minha mulher Carmem e eu, passamos pela experiência de ter um filho morto prematuramente. Hoje completa seis anos que Marcelo morreu num acidente de moto em Salvador, aos 29 anos. A sua ausência tem sido um exercício diário de superação que aos poucos com o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.luizcezar.com.br/wp-content/uploads/2010/12/Onofre_Ribeiro.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1093" title="Onofre_Ribeiro" src="http://www.luizcezar.com.br/wp-content/uploads/2010/12/Onofre_Ribeiro-150x117.jpg" alt="" width="150" height="117" /></a>(Onofre Ribeiro)</strong> Dirijo este artigo a outros pais que, como minha mulher Carmem e eu, passamos pela experiência de ter um filho morto prematuramente. Hoje completa seis anos que Marcelo morreu num acidente de moto em Salvador, aos 29 anos. A sua ausência tem sido um exercício diário de superação que aos poucos com o passar do tempo vimos se criar uma leve cortina entre nós e a sua ausência. Nestes anos vivenciamos muitos sentimentos até chegarmos hoje a um confortável amadurecimento. A saudade insiste em permanecer, mas muito menos dura do que antes.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde que Marcelo partiu, temos nos preocupado com pais que passaram, que passam e, certamente, passarão pela mesma experiência difícil. Por isso este artigo é dirigido a pais como nós. Nos primeiros tempos é insuportável o sentimento da perda definitiva. Depois vai amansando e a vida consegue caminhar. Nesse período tenho acompanhado outros pais vivendo perdas de filhos.</p>
<p style="text-align: justify;">Algumas coisas aprendemos até agora. Primeiro, a gente sobrevive. Segundo, as boas lembranças ajudam a consolar. Terceiro, é preciso dedicação muito grande aos demais filhos porque eles se colocam num plano de menor importância dentro da família e se comparam com o filho que partiu. A perda é de toda a família e não apenas dos pais.</p>
<p style="text-align: justify;">Carmem e eu frequentamos um grupo de pais que se reúnem na última quinta-feira de cada mês na casa dos amigos Zé Carlos Branco e Nara Nardez, como nós, órfãos do filho Marco. Éramos uns poucos no começo, e hoje já passamos de 70 pais. Vejo que a cada semana, mais e mais jovens partem, na maioria das mortes, por acidentes. Os pais chegam ao grupo perplexos e muito sofridos. Aos poucos vão se recuperando e ganhando vida. Mas a cada reunião são novos pais e avós chorosos que lutam pra lidar com as perdas.</p>
<p style="text-align: justify;">Passados esses seis anos sabemos que a morte é mesmo inevitável e não há como evitá-la. Portanto, não há porque os pais se sentirem culpados por não terem impedido que os filhos saíssem de casa naquela noite, não fossem àquela festa, ou lhes negassem a chave do carro. Estamos convencidos de que quando a hora chega, a hora é aquela.  Não é justo que os pais morram junto. Somos espíritos unidos por laços ancestrais que não dominamos. Os laços se fazem no nascimento e se desfazem fisicamente na morte. Não pode ser diferente.  Marcelo partiu mas nos deixou Daniela, e Luka, que na época tinha três anos. É uma inestimável herança. Junto com as boas lembranças, todos nos juntamos mais e fortalecemos a família, formada por mais três irmãos, por quatro noras, cinco netos e o Mateus, o bisneto do apressado neto Miguel e de Mariana, que chegará em abril do ano que vem.</p>
<p style="text-align: justify;">Marcelo deve gostar disso tudo e certamente sorri conosco quando sorrimos. Lamentar aqui não é bom. Faz com que ele chore lá. Chorar pode. O que não pode é cultivar sentimentos pesados que o magoem lá onde está num novo processo de começar a viver.</p>
<p style="text-align: justify;">Onofre Ribeiro é jornalista em Mato Grosso</p>
<p style="text-align: justify;">onofreribeiro@terra.com.br</p>
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		<title>O Futuro do PSDB na oposição ao Governo Dilma</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Dec 2010 23:00:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Cézar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Últimas]]></category>
		<category><![CDATA[Novo PSDB]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[Até a eclosão do affair Erenice, no início de setembro, a eleição parecia se encaminhar para uma vitória arrasadora do governo. Muita gente (eu inclusive) chegou a temer pelo futuro da oposição – portanto da própria democracia –nos próximos anos. Essa preocupação foi porém atenuada pelos resultados finais, menos ruins para a oposição do que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.luizcezar.com.br/wp-content/uploads/2010/12/Floriano-Pesaro.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1097" title="Floriano Pesaro" src="http://www.luizcezar.com.br/wp-content/uploads/2010/12/Floriano-Pesaro.jpg" alt="" width="111" height="150" /></a></p>
<p>Até a eclosão do affair Erenice, no início de setembro, a eleição parecia se encaminhar para uma vitória arrasadora do governo. Muita gente (eu inclusive) chegou a temer pelo futuro da oposição – portanto da própria democracia –nos próximos anos.</p>
<p>Essa preocupação foi porém atenuada pelos resultados finais, menos ruins para a oposição do que se antevia. Desde o segundo turno, o foco das discussões deslocou-se para o futuro do PSDB, especificamente, com ênfase na necessidade ou não de uma “refundação” profunda do partido, na importância relativa de suas seções mineira e paulista e até na questão obviamente prematura da candidatura presidencial para 2014.</p>
<p><strong>O capital político-eleitoral da oposição </strong></p>
<p>Começo pelo capital com que a oposição (não só o PSDB) poderá em tese contar nos próximos anos. No Congresso, como é sabido, a correlação de forças será muito desfavorável aos partidos de oposição. O governo fez ampla maioria nas duas Casas, suficiente até para a aprovação de emendas constitucionais.</p>
<p>O DEM e o PSDB saíram-se bem na eleição de governadores, aquele elegendo dois e este seis – inclusive os de São Paulo e Minas Gerais. Mas não podemos estimar a força política oposicionista diretamente a partir deste dado.</p>
<p>O sistema político brasileiro restringe bastante a latitude legítima de comportamento dos governadores. Em tempos normais, não lhes é lícito ostentar perfis marcadamente partidários ou de oposição X situação. O governador governa e representa todos os cidadãos de seu estado, não só os de seu partido. A atitude ostensivamente partidária adotada por Lula no tocante ao processo sucessório não deve ser considerada a regra e sim a exceção.</p>
<p>Outro indicador importante do capital oposicionista são os 44% da votação obtidos no segundo turno por José Serra. Tomar essa cifra como uma medida do eleitorado tucano seria exagero, mas ela tem uma importância inegável como estimativa da parcela que o lulo-petismo não conseguiu atrair. Os 44% que votaram em Serra no segundo turno fizeram-no com certo grau de reflexão, resistindo ao apelo embutido na popularidade de Lula e à interferência avassaladora da máquina pública nas eleições deste ano.</p>
<p><strong>Oposição e atitude de oposição </strong></p>
<p>Sem oposição, não há democracia. Não vejo como alguém possa discordar desta afirmação. Mas é preciso observar que ela tem dois significados diferentes. O primeiro diz respeito à força numérica do partido (ou partidos) de oposição, especialmente no parlamento. Neste sentido, como vimos acima, a situação do momento não é auspiciosa.</p>
<p>O segundo sentido, muito mais complexo, tem a ver com a existência de uma atitude de oposição. Quanto a este aspecto, a melhor intervenção das últimas semanas foi provavelmente a de um senador nominalmente situacionista : Jarbas Vasconcelos, do PMDB de Pernambuco.</p>
<p>Afirmando que não se intimidará com a maioria governista no Senado a partir de fevereiro, o senador pernambucano comprometeu-se a fazer uma oposição firme e altiva, o que obviamente não significa comportar-se como o fez o PT no período Fernando Henrique, opondo-se cerradamente a tudo o que o governo propôs.</p>
<p>Em essência, Jarbas concitou a presidente eleita a se distanciar do precedente estabelecido por Lula. Sugeriu-lhe manter “uma relação de respeito com a oposição, uma convivência republicana, sem tentativas de cooptação ou de acordos de gabinete, [abstendo-se de pregar] o extermínio daqueles que pensam de forma diferente, pois, sem oposição, não há democracia”.</p>
<p>O problema – agora sou quem fala – é que, ao longo do tempo e em vista das situações práticas que vão surgindo, os representantes oposicionistas eleitos podem legitimamente divergir quanto ao exercício de seu papel.</p>
<p>Não estarei a revelar nenhum segredo se disser que muitos eleitores tucanos sentiram-se frustrados com o desempenho do partido no transcurso do governo Lula.</p>
<p>A questão, como se vê, não é simples, desde logo porque envolve um jogo de espelhos, ou seja, avaliações dos representantes a respeito dos problemas que eles têm diante de si e dos representados a respeito das avaliações dos representantes. Reações dos deputados ou senadores às situações que enfrentam no plano do poder e dos eleitores acerca daquelas mesmas reações.</p>
<p>Dou um exemplo. Muitos eleitores criticam o comportamento da direção e dos parlamentares do PSDB (e do DEM) por não terem proposto o impeachment de Lula quando da conjuntura do mensalão. Entendem que houve medo, acomodação ou falta de tirocínio</p>
<p>Mas outros entendem, com igual legitimidade, que tal proposta teria sido imprudente e contraproducente ; que seu efeito mais provável seria precipitar uma crise institucional extremamente grave, dando ensejo a uma reação e a uma concentração de poder ainda maior nas mãos de Lula.</p>
<p>O que me parece razoável afirmar é que o PSDB, em todas as suas instâncias, demorou demais a perceber a metódica malevolência com que Lula se pôs em campo para subjugar, senão a oposição em geral, com certeza a oposição tucana de São Paulo.</p>
<p>Essa atitude de Lula ganhou nitidez nos últimos dois anos, a partir da unção de Dilma Rousseff como sua sucessora, mas era perceptível muito antes disso, desde o primeiro mandato, como qualquer pesquisador competente poderá averiguar.</p>
<p><strong>Modelo de organização – muito cacique pra pouco índio</strong></p>
<p>Outra percepção negativa dos eleitores em relação ao PSDB é a de um partido de “caciques”. Absorvidos numa perpétua disputa de egos e projetos individuais, todos deixam em segundo plano a construção do partido enquanto tal.</p>
<p>A disputa entre José Serra e Aécio Neves pela candidatura presidencial e a frustração por Aécio não aceitar a posição de vice com certeza agravaram essa percepção.</p>
<p>Trata-se também aqui de uma questão complicada, com vários componentes. Há, em primeiro lugar, certa tendência a medir o PSDB pela régua do PT. Assim, o que deveria ser visto como sinal de vitalidade – um partido com dois ou mais aspirantes viáveis à presidência – passa a ser visto como sinal de fraqueza.</p>
<p>No sentido inverso, o PT passa a ser “admirado” por sua agilidade (ou verticalidade) decisória, que só existe em razão do domínio da organização pela figura individual de Lula.</p>
<p>A eleição deste ano está bem viva na memória de todos. O “dedazo” de Lula não se limitou à invenção de Dilma como candidata. Em vários estados – Minas Gerais e Maranhão, por exemplo -, os petistas foram obrigados a digerir sapos assaz indigestos .</p>
<p>O que essa verticalidade decisória expressa é evidentemente a total dependência do PT em relação a Lula – um grande líder, quanto a isso não há dúvida -, o primeiro e único aspirante viável à presidência que o partido produziu em seus trinta anos de história.</p>
<p>Em partidos democráticos, sobretudo nos que tenham produzido uma segunda geração de líderes, a cúpula dirigente tende a ser plural. Isto é praticamente inevitável e quase sempre saudável, contanto que haja um mecanismo coletivo reconhecido e legítimo para a tomada das decisões mais importantes.</p>
<p>Juridicamente, o mecanismo existe: é a convenção partidária. Mas o mecanismo a que me refiro é anterior a ela. Não havendo consenso, bater chapa na convenção é o caminho mais curto para agravar os dissensos.</p>
<p>O que prejudicou o PSDB no período recente foi a falta de tal mecanismo. O método de tomar de decisões por meio de um pequeno grupo de “notáveis” foi posto em questão a partir de 2006, após sua primeira grande falha e na esteira da derrota de Alckmin para Lula na eleição presidencial.</p>
<p>O problema é portanto o mecanismo. Se, como parece, o colégio de notáveis deixou de ser adequado, o partido terá de inventar outro.</p>
<p>Outro problema, não menos importante, é o modelo de organização. Num eleitorado de grandes dimensões, como o brasileiro, a maioria não atina com este assunto. Mas ele é relevante para os eleitores mais politizados e ideológicos, que tendem a projetar no partido os ideais e anseios que nutrem a respeito da própria democracia.</p>
<p>Para muitos adeptos do PSDB, o problema é o partido não ser “ainda” um PT. Consciente ou inconscientemente, tais eleitores parecem desejar um partido que seja uma antítese ideológica do PT, mas que se pareça com ele em tudo o que se refere à organização: verticalidade, disciplina, militância, penetração nos mais variados grupos sociais, base sindical e corporativa etc.</p>
<p>Dessa forma, eles olham para o PT não como algo diferente, um indivíduo de outra espécie, mas como um exemplar mais desenvolvido da mesma espécie: um modelo (no que tange a organização) a ser atingido.</p>
<p>Esse raciocínio envolve um sério equívoco. Construir uma organização semelhante à do PT é uma empreitada fadada ao fracasso, mas esse nem é o ponto mais importante. A questão é que isso não é desejável.</p>
<p>Sim, o PSDB precisa de uma organização permanente, maior, mais ágil; precisa se capacitar para exercer de fato o papel de oposição e se preparar para as próximas disputas eleitorais. Mas entre fazer isto e emular a estrutura petista, vai uma grande distância.</p>
<p>Como organização e até certo ponto como ideologia, o petismo conserva traços incomodamente semelhantes aos de certos partidos não democráticos – de esquerda e de direita.</p>
<p>Um desses traços é o culto da personalidade. Outro, quiçá pior, é o simplismo (pobres versus elite, por exemplo) ao que tudo indica deliberado que o PT estimula, transformando questões sérias num catecismo ideológico que ele possa levar a todos os nichos da sociedade. E não preciso me estender sobre práticas de aparelhamento, violação de dados sigilosos e outras que já chegaram abundantemente ao conhecimento público.</p>
<p>Resumindo, a disjuntiva que o PSDB cedo ou tarde precisará enfrentar não é entre um partido de notáveis como os de um século atrás, de um lado, e um modelo de penetração e arregimentação como o do PT, do outro. Entre esses dois extremos, há opções eficazes e mais consentâneas com a democracia.</p>
<p><strong>Lições da eleição presidencial </strong></p>
<p>A título de conclusão, mencionarei brevemente dois pontos que não posso desenvolver a contento neste artigo.</p>
<p>Do ponto de vista do PSDB, um dado importante da eleição presidencial foi a presença de uma base (pena não termos uma tradução adequada para o inglês “constituency”) tucana facilmente reconhecível como tal ; os 44% dos votos dados a Serra são clara evidência disso.</p>
<p>Com todas as restrições que a referida base pudesse ter ao partido ou ao candidato, o fato é que ela compareceu, votou, renovou seu apoio. Não veio por gravitação, veio por querer o robustecimento do partido em função de seu programa e como antítese ao lulo-petismo.</p>
<p>Em termos programáticos, o ponto-chave é incorporar de maneira efetiva o legado do governo Fernando Henrique. Em regiões e áreas específicas de atuação, numerosos prefeitos, governadores e parlamentares tucanos têm muito a mostrar.</p>
<p>Mas em nível nacional, o PSDB se confunde praticamente com o governo Fernando Henrique. A estabilização, as reformas, a renovação das políticas sociais e – não menos importante, a postura de seriedade e probidade daquele período – são a memória, a identidade, o capital político, enfim, do PSDB. No plano nacional, não há outro.</p>
<p><em>Bolívar Lamounier </em></p>
<p><em>O sociólogo e cientista político Bolívar Lamounier, sócio-diretor da Augurium Consultoria, é autor de alguns dos mais conhecidos estudos de ciência política no país. Seu livro mais recente, A Classe Média Brasileira: ambições, valores e projetos de sociedade, escrito com Amaury de Souza, foi lançado este ano pela Editora Campus.</em><em><br />
</em><em>augurium@augurium.com.br</em></p>
<p>Fonte: http://www.florianopesaro.com.br/orgulhodeserpolitico</p>
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