Charles

Charles Miranda justifica aumento da verba indenizatória

(Clique Notícias) Ontem o Presidente da Câmara Municipal concedeu uma entrevista à Emissora filiada a Rede Record de Televisão, onde falou sobre o assunto (o aumento das verbas indenizatórias). A entrevista foi divulgada pelo site da Emissora.

Acompanhe a justificativa apresentada por Charles Miranda. “Nós sabemos que muitas pessoas visitam a Câmara municipal, venham a procurar o seu vereador, ou outro, ou qualquer vereador para às vezes uma ajuda, uma ajuda de custo.

Uma ajuda no transporte de um parente doente, uma ajuda de um patrocínio, as vezes ajuda pra medicamento, ajuda pra passagem, ajuda pra cesta básica, ajuda pra bujão de gás, ajuda pra conta de luz.

Nós sabemos que a atividade principal do vereador não é essa, não é esse assistencialismo, ma muitas das vezes o vereador se vê de uma maneira que ele tem que ta ai confraternizando, ele tem que ta ai, solidário em muitos momentos com a população.

O vereador, sua principal atribuição todos sabem, é projetos de lei, votar projetos de lei, elaborar projetos, é fazer indicações, fazer recomendações, moções e varias outras situações administrativas. Fiscalizar o bem publico, fiscalizar o gasto publico, acompanhar o desenvolvimento do município.

Elaborar projetos junto com deputados fora do município, para que eles, autoridades, possam trazer projetos e recursos pro município de Alta Floresta. Acompanhar a sociedade em todos os seus aspectos, mas a verba indenizatória vem o que, vem dar um subsidio, um complemento de gasto de gabinete.

Aonde se nós percebermos, que toda essa questão de ajuda, que muitas vezes o vereador dá a alguém, a algum cidadão, a gente tem que ver também que o gabinete tem custo operacional, tem custo com material de computador, tem custo com material de apoio. O vereador tem que se locomover muitas vezes para regiões dentro do município, ele tem custo de combustível, tem quebra de veiculo, ele tem que locar um ônibus alguma coisa para ir a algum local ou ajudar alguém, é para ele ir a Capital fazer cursos, pra entender melhor como acontece com a legislação.

Então você vê que isso é verba indenizatória, o salário do vereador pra ele se manter, manter o aluguel de sua casa, custo de alimento da sua casa e da sua família isso é salário. Agora a verba indenizatória é pra ele administrar o seu gabinete, ter recursos para que ele possa dar um bom atendimento”, falou o vereador Charles Miranda.

Charles diz que a partir desta nova lei, os vereadores são responsáveis pelas contas de seus respectivos gabinetes, como a conta de telefone e gastos com papeis e outros, diz também que a sessão extraordinária foi realizada de portas abertas, “Houve este reajuste em sessão extraordinária aberta, com todas as portas da câmara abertas, com pessoas no plenário assistindo, o publico presente no momento e foi votado este reajuste”, frisou o vereador.

O parlamentar disse que mesmo recebendo R$3.500,00 mensais de verba indenizatória, ainda não é o valor ideal, “Foi votado este reajuste, que ainda não é um reajuste que possamos dizer que é o ideal, mas é o que no momento a Câmara pode fazer”, frisou Charles Miranda, afirmando que com tantos aumentos no custo de vida, é justo que haja um aumento na verba indenizatória.

“Então como que o custo de vida, a inflação, tudo aumenta, e a verba de gabinete diminui ou fica estagnada, parada. Então é um reajuste, uma maneira de o vereador continuar prestando serviço dentro da sua comunidade dentro das suas condições, porque aumento de salário de vereador, só depois de 2012, vereador não teve aumento de salário e nem vai ter”, finalizou o vereador.

Tia Cleusinha bbb 2011

Da Série: Minha Tia é Doida!!

(Luiz Cézar) Ano Passado eu postei aqui no Blog um vídeo da minha Tia Cleusa (Irmã da minha mãe) que é doida para entrar no Big Brother e fez um vídeo mais louco que o Batman! Hahahaha… Ela é motoqueira,maluca, doida de pedra e gosta de derrubar avião na pedrada. Como o médico dela disse para não contrariar, aí está ela dando mostra das suas doideiras de novo! Hahahah… (talvez ela queira me matar hora que ver essa matéria! rsrsrs)

Vou publicar aqui o Vídeo que ela mandou ao Big Brother 2011 como inscrição. Pode rir porque o trem é feio mesmo! Hahahahah… aaaa… só lembrando… ela também cultiva orquídeas e tem um orquidário lá em Castanhal no PA. (a pergunta que não quer calar: quem cuida de quem?)

Se essa minha tia entra no BBB não passa meia hora para começar o quebra pau!! Ainda mais esse ano que pode até da porrada… Deus, dá juízo para minha tia doida! kkkkk

Boa sorte tia!!!

 

Vejam aí o Vídeo “Tia Cleusinha Orquidófilo”

Cárcere

Espetáculo Cárcere em Alta Floresta

O Ponto de Cultura Teatro Experimental traz para Alta Floresta o Espetáculo CÁRCERE com Vinícius Piedade de São Paulo/SP.

O espetáculo apresenta uma semana na vida de um presidiário que será refém numa rebelião iminente. Ele vive em ritmo de contagem regressiva e suas expectativas, impressões, reflexões e sensações são expressadas por ele num diário que o ator leva para o palco.

CÁRCERE já foi apresentado em mais de 30 cidades brasileiras e recentemente esteve em oito países da Europa.

Apresentação será realizada nesta sexta feira, dia 10 de Dezembro ás 19:30 no Centro Cultural e de Eventos de Alta Floresta. Os ingressos custarão R$10,00 (inteira) e R$5,00 (meia). Convide seus amigos e familiares e venham acompanhar este espetáculo que é sucesso de público.

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Agora tem Ônibus prá Lá!

Fica na cidade de Bela Vista de Minas… Perto de João Monlevade, Timóteo, Ipatinga – MG!

Bela Vista, uma cidadezinha cercada de mato no interior de Minas Gerais, claro no Brasil, e uma grande surpresa. Um dos bairros tem o nome de Puta que Pariu…! Acredite se quiser!

O município de Bela Vista de Minas foi criado pela Lei nº 2764, de 30 de dezembro de 1962, desmembrando do município de Nova Era, declarando naquele momento, às margens do Córrego do Onça a Independência de Bela Vista de Minas.

A Cidade é divida em 7 bairros, Bela Vista de Cima, Lages, Serrinha, Córrego Fundo, Favela, Puta que Pariu (que lugar é esse?), e Boca das Cobras (A Europa de Bela Vista).

Já imaginaram o padre da paróquia dizer que vai celebrar uma missa na Puta que Pariu? Que beleza!

Quem Nasce Lá é o Que?

Só pode ser um filho da puta!

7º quase 8º

Esse semestre na UNIFLOR foi de “tirar o pica pau do oco!“. Neste post quero compartilhar com vocês um pouco do que foi o 7º semestre na UNIFLOR.

Iniciamos o semestre no mês de Julho e teve matéria, que por motivos de saúde, a professora iniciou os conteúdos em setembro. Incrível que mesmo a faculdade sabendo que a professora estava impossibilitada, nada fez e simplesmente ficamos sem aula. Nesta mesma matéria a coordenação do curso agendou aula para feriado e não avisou os alunos, fizemos provase as notas vieram depois de muito sufoco!

Agora para acabar temos que até na quinta dia 09/12/2010 entregar as Pets e o relatório do Estágio, é mole?!

Vamos que vamos! 8º Sem. que nos aguarde!

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Orquídeas despertam paixões

Plantas que enfeitam, perfumam e são objeto de estudo e cobiça de orquidólogos e colecionadores

(Josana Salles) Nesta época do ano, as orquídeas nativas do Cerrado, como a Cattleya mobilior estão em plena floração. Enfeitam e perfumam o ambiente de milhares de coleções mantidas por apaixonados pela planta. Em Mato Grosso existem diversos colecionadores e orquidólogos que possuem inúmeras espécies da planta, algumas descobertas e registradas por eles mesmos. Apaixonada pelas orquídeas, a bióloga Adarilda P. Benelli, ex-coordenadora do Orquidário da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) registrou em 2006 o Alatiglossum culuenense, encontrada à margem esquerda do rio Culuene, no entorno do Parque Nacional do Xingu. Adarilda conta que a espécie é muito rara, “só coletamos poucos exemplares. Em 2007, em parceira com a bióloga Apolônia Grade, de Alta Floresta, tivemos a alegria de preparar a publicação de mais uma nova espécie”, revela.

A bióloga e engenheira ambiental Apolônia tem um dos mais importantes e visitados orquidários do Estado e cuida de suas plantas na Chácara Recanto das Orquídeas, um lugar especial em meio a um grande fragmento de floresta amazônica dentro do perímetro urbano. O local integra o roteiro de city tour e é visitado por mais de mil ecoturistas internacionais que seguem todos os anos para Alta Floresta para conhecer a maior floresta tropical do mundo. Ela tem uma grande diversidade de plantas, especialmente orquídeas, cactos e suculentas.

Tudo começou com o nascimento da sua filha Everana (hoje com 15 anos), quando ganhou sua primeira orquídea, uma Cattleya forbesii. Cerca de dois anos depois, ela já tinha 100 plantas e nunca mais esse número parou de crescer e hoje seu orquidário possui mais de cinco mil plantas entre cactos, suculentas, bromélias, antúrios, helicônias.

Endêmica da Amazônia a Catasetum fica à disposição no orquidário apenas para pesquisa. Em 2008, Apolônia encontrou às margens do rio Teles Pires, uma espécie nova, a Catacetum apolloi, chamada de orquídea bananinha com flores que vão do tom vinho intenso ao verde e dourado.

O que difere o orquidário de Apolônia de outros no mundo inteiro é que ela mantém as orquídeas em um deck flutuante, que ajuda a manter a umidade. “Nesta época do ano a umidade relativa do ar cai tanto que até respirar fica difícil. Quando andamos na mata, somente encontramos orquídeas às margens dos rios, riachos, córregos. Observando a natureza, concluímos que devíamos aproveitar melhor o lago que contorna a chácara. Fomos deixando as idéias fluírem e acabamos construindo o mais funcional de todos os orquidários possíveis, ele flutua sobre o lago, sobe na cheia, desce na seca, mas tem três quesitos fundamentais, muita luz, excelente ventilação e umidade constante, mas controlada. E o melhor, nunca mais um botão, um broto ou uma raiz de orquídea apareceu roído por lesma ou caramujo”, conta.

O engenheiro civil Ricardo Ricci, funcionário da Rede Cemat, é um apaixonado pelas orquídeas, principalmente pelas Cattleya, espécie mais encontrada na América do Sul e com um perfume que pode ser percebido de longe. No quintal de sua casa, no Parque Atalaia, tem mais de 80 espécies de orquídeas mas considera a Cattleya nobilior “uma jóia do Cerrado”, diz. Observando o desenvolvimento destas plantas, Ricardo chegou a conclusão de que manter as orquídeas em vasos de plástico ou cerâmica inibe o crescimento. Ele acabou utilizando materiais naturais como cabo de vassoura para fazer caixotinhos, pedaços de azulejo no fundo e por cima restos de fibras de bocaiúva, casca de árvore e carvão. “Elas ficam maiores, mais resistentes e formam cachos maravilhosos com muitas flores”, ensina.

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De pais para pais

(Onofre Ribeiro) Dirijo este artigo a outros pais que, como minha mulher Carmem e eu, passamos pela experiência de ter um filho morto prematuramente. Hoje completa seis anos que Marcelo morreu num acidente de moto em Salvador, aos 29 anos. A sua ausência tem sido um exercício diário de superação que aos poucos com o passar do tempo vimos se criar uma leve cortina entre nós e a sua ausência. Nestes anos vivenciamos muitos sentimentos até chegarmos hoje a um confortável amadurecimento. A saudade insiste em permanecer, mas muito menos dura do que antes.

Desde que Marcelo partiu, temos nos preocupado com pais que passaram, que passam e, certamente, passarão pela mesma experiência difícil. Por isso este artigo é dirigido a pais como nós. Nos primeiros tempos é insuportável o sentimento da perda definitiva. Depois vai amansando e a vida consegue caminhar. Nesse período tenho acompanhado outros pais vivendo perdas de filhos.

Algumas coisas aprendemos até agora. Primeiro, a gente sobrevive. Segundo, as boas lembranças ajudam a consolar. Terceiro, é preciso dedicação muito grande aos demais filhos porque eles se colocam num plano de menor importância dentro da família e se comparam com o filho que partiu. A perda é de toda a família e não apenas dos pais.

Carmem e eu frequentamos um grupo de pais que se reúnem na última quinta-feira de cada mês na casa dos amigos Zé Carlos Branco e Nara Nardez, como nós, órfãos do filho Marco. Éramos uns poucos no começo, e hoje já passamos de 70 pais. Vejo que a cada semana, mais e mais jovens partem, na maioria das mortes, por acidentes. Os pais chegam ao grupo perplexos e muito sofridos. Aos poucos vão se recuperando e ganhando vida. Mas a cada reunião são novos pais e avós chorosos que lutam pra lidar com as perdas.

Passados esses seis anos sabemos que a morte é mesmo inevitável e não há como evitá-la. Portanto, não há porque os pais se sentirem culpados por não terem impedido que os filhos saíssem de casa naquela noite, não fossem àquela festa, ou lhes negassem a chave do carro. Estamos convencidos de que quando a hora chega, a hora é aquela.  Não é justo que os pais morram junto. Somos espíritos unidos por laços ancestrais que não dominamos. Os laços se fazem no nascimento e se desfazem fisicamente na morte. Não pode ser diferente.  Marcelo partiu mas nos deixou Daniela, e Luka, que na época tinha três anos. É uma inestimável herança. Junto com as boas lembranças, todos nos juntamos mais e fortalecemos a família, formada por mais três irmãos, por quatro noras, cinco netos e o Mateus, o bisneto do apressado neto Miguel e de Mariana, que chegará em abril do ano que vem.

Marcelo deve gostar disso tudo e certamente sorri conosco quando sorrimos. Lamentar aqui não é bom. Faz com que ele chore lá. Chorar pode. O que não pode é cultivar sentimentos pesados que o magoem lá onde está num novo processo de começar a viver.

Onofre Ribeiro é jornalista em Mato Grosso

onofreribeiro@terra.com.br